sábado, 27 de maio de 2017
terça-feira, 23 de maio de 2017
Ágape para a Mãe Terra
ÁGAPE Para a Mãe Terra[1]
Belém,
pensando em Portel e Melgaço, 14 de maio de 2017.
Para expressarmos Amor à Mãe Terra, não podemos ser
platônicos. Sentir o Amor definido por Platão como EROS, o Desejo, do querer aquilo que se não possui. O filósofo
Clóvis de Barros Filho descreve este sentimento: “...amamos enquanto desejamos.
A má notícia é que quando o desejo acaba é porque o amor acabou também, porque
amor (de EROS) é desejo, é falta. ”[2]. Com isso, não podemos ser
EROS perante a Terra, pois este, segundo os antigos gregos, é filho da deusa Penuria, uma senhora sempre faminta,
sedenta, desejante, insatisfeita e filho de Astuto, engenhoso, cheio de
recursos materiais[3].
EROS tem a característica de seus
pais e por tal, é sempre conflitante diante da Natureza, sinônimo da Vida. Ele
(EROS) a quer, a deseja, a cobiça, a
maltrata, monta mil estratégias para consegui-la com o aparato que dispõe,
porém, ao tê-la (a Terra), cai em melancolia. Mãe Terra é destruída, seja no
momento do Desejo, seja no abandono causado pelo desinteresse. Um brinquedo que
já perdeu a graça como por exemplo, a floresta empobrecida pelas madeireiras.
Será a nova frente de especuladores com seus megaprojetos
e grilagem de terra possuírem o sentimento erótico pela Mãe Terra? Talvez a
desejem, a queiram, mesmo que sem a devida importância para o significado da
Vida, no afã de atender seus caprichos de consumismo que no final consomem o
próprio desejoso e destrói tudo ao redor. Tal amor platônico não traz
felicidade para nenhuma parte.
Mariana, ó, Mariana!!
Que a Justiça chegue ao teu Rio Doce
assassinado!
Um Ecocídio é um Crime Contra a
Humanidade!
Tudo por causa da Cobiça pela Terra!
Para expressarmos Amor à Mãe Terra, também não
podemos ser tão apegados, pois a Mãe Terra não é pertencente somente a ti, mas
ela é para mim, para nós, para a andirobeira, para a jandaíra, para a dourada,
para o gato-maracajá, para o uirapuru. Aliás, tudo é dela. Tudo bem que o Amor
de Aristóteles, chamado PHILIA, “é o
amor pelo mundo, quando o mundo faz bem. Não é desejo, é alegria, ganho de
potência e de energia vital diante de um mundo que já é o nosso”1,
mas não podemos exagerar neste sentimento. Pois aí fica apenas a alegria de
quem possui, a alegria de quem ama. A que custo? Sua alegria proporciona também
alegria aos outros? A cerca de sua fazenda impede que uma mulher colete cocos
do babaçu e assim possa manter seus filhos? Sua fazenda de tantos mil hectares
(alegria de seus olhos) retira a chance de centenas de quilombolas para que
estes possam ter o seu sustento? Tuas centenas de búfalos pisoteiam os rios que
dariam água potável e agora só chega a lama às famílias agroextrativistas? Teu
timbó novo que dá peixe fácil mata os filhotinhos de peixe que se espalhariam
igarapés afora? Tua empresa assim rentável que ajuda a represar o Rio Xingu
colabora com a destruição do meio de vida de povos indígenas? Tua alegria (PHILIA) é a deles? Tua lata de cerveja
deliciosa para a tua mente jogada no rio não é uma violência à Mãe Terra? Tua
alegria é a dela? A Mãe Terra é só sua?
Menino, pobre menino!
Morreu de um tiro dado por um dono de
um terreno!
Por causa de uma manga!!
Manga que era a merenda naquela tarde
vinda da escola!
Qual, afinal, o Amor que devemos expressar à Mãe
Terra? O que ensina Jesus sobre o Amor, centenas de anos após Platão e
Aristóteles? O que o ensinamento do Amor de Cristo, “Amai-vos Uns aos Outros
como Eu Vos Amei”, denominado ÁGAPE[4], nos orientaria para uma
Nova Era de uso dos recursos naturais?
Diz o filósofo Clóvis de Barros Filho: “... Por
alguma estranha razão, no amor Ágape, você que ama recua para que o amado
avance. No amor Ágape, o outro comanda o espetáculo, o amado é o centro de
gravidade do afeto...”1. Ora, se o igarapé corre por entre as
posses, se alimenta e nutre plantas e animais desde à sua cabeceira até a foz,
não é possível ter-lhe o amor EROS de
Platão (do desejo caprichoso), não é possível o amor PHILIA de Aristóteles (da alegria apenas para quem ama). São duas fórmulas
de tratamento da Mãe Terra que não geraram sucesso ao longo dos séculos. Talvez
por ser o igarapé um Bem Comum, uma parte da Grande Casa Comum, como diz a
encíclica Laudato Si[5],
seja necessário um Amor Maior, um Amor incondicional à Vida. Se a Terra é a
nossa próxima por nos ofertar tudo de bom, comer, vestir, contemplar e religar
ao que é Supremo, amá-la primeiramente seria uma forma de amor a nós mesmos,
pobres humanos ainda em evolução. Jesus ao dizer: “Ninguém chega ao Pai senão
por Mim”, dá a chance de entender que o Amor ÁGAPE pela Terra, nunca erótico,
nunca apegado demais, nos eleva e nos justifica. Se eu amo minha filha ou meu
filho mais do que a mim mesmo, se por eles sinto o Amor de Cristo, sinto Ágape,
então é imperativo ter Ágape para a Mãe Terra que irá cuidá-los. Netos.
Bisnetos. Trinetos.
Trineto agora te escrevo
"era uma vez um mundo feliz
quase morreu por culpa de alguns
mas o amor dos bons
me deu a chance de dizer: era uma
vez..."[6].
Se eu pratico o Amor de Cristo certamente cuidarei
da Terra. Se eu sinto este AMOR zelarei pela Humanidade e ambas, fortalecidas,
terão carinho pela minha Memória quando eu me misturar à Terra, lugar para onde
eu vou fisicamente, enquanto ÁGAPE procura meu espírito que tentou ao longo de
minha passagem se aproximar. Será?
Só tenho uma certeza: é preciso ter ÁGAPE para a
Mãe Terra.
Pantoja Ramos
[1]
Texto elaborado para o Seminário Laudato
Si, de 19 a 21 de maio de 2017, em Castanhal-Pa, da Rede Eclesial
Pan-Amazônica (REPAM).
[5]
CARTA ENCÍCLICA LAUDATO SI’DO SANTO PADRE FRANCISCO SOBRE O CUIDADO DA CASA
COMUM – “Louvado sejas, meu Senhor», cantava São Francisco de Assis. Neste
gracioso cântico, recordava-nos que a nossa casa comum se pode comparar ora a
uma irmã, com quem partilhamos a existência, ora a uma boa mãe, que nos acolhe
nos seus braços: ‘ Louvado sejas, meu Senhor, pela nossa irmã, a mãe terra, que
nos sustenta e governa e produz variados frutos com flores coloridas e
verduras’. Esta irmã clama contra o mal que lhe provocamos por causa do uso
irresponsável e do abuso dos bens que Deus nela colocou...”.
quarta-feira, 17 de maio de 2017
DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL DA COMUNIDADE REPARTIMENTO DOS PILÕES, ALMEIRIM-PA
Caríssim@s,
Socializo o link para baixar o DIAGNÓSTICO SOCIOECONÔMICO E AMBIENTAL DA COMUNIDADE REPARTIMENTO DOS PILÕES, ALMEIRIM-PA.
Este estudo foi elaborado pela ASSOCIAÇÃO DOS MICROS E MINI PRODUTORES RURAIS E EXTRATIVISTAS DA COMUNIDADE REPARTIMENTO DOS PILÕES – ASMIPPS, com apoio da Rede Intercomunitária Almeirim Em Ação - RICA, Fundo Dema da FASE, IEB e Comissão Pastoral da Terra.
Um abraço
sábado, 13 de maio de 2017
segunda-feira, 1 de maio de 2017
Árvore Maria
Nossa Senhora da Santíssima Trindade e a Sumaúma no Território Quilombola de Caeté, Abaetetuba, Pará.
Foto: Carlos Ramos.
Árvore Maria Cheia de Graça
O Supremo é Convosco
Bendita Sois Vós entre as Mulheres
E Benditas as Sementes que Voam do Vosso Fruto:
Do Amor.
Santa Sumaumeira e Nossa Senhora
Roguem por Nós Seres Humanos
Agora e na Hora de Nossa Mistura à Terra
Amém.
quinta-feira, 27 de abril de 2017
"Castanhais Para Sempre", o lema da Comunidade Repartimento dos Pilões, Almeirim-Pa
CASTANHAIS PARA SEMPRE!
E BISCOITOS TAMBÉM!
Dilva Araújo, vice-presidente da Associação dos Micro e Mini Produtores Rurais e Extrativistas da Comunidade Repartimento dos Pilões - ASMIPPS.
quarta-feira, 26 de abril de 2017
Marajó, Reserva da Biosfera/ Parte 1 - Os Campos do Marajó Vieram Primeiro, Não é Senhor?
“Uma gente que não
se corrige.
Não se
convencem que não
deve
queimar os campos.
Porque...
Ouviste?
Psiu...
Porque...
Esteriliza...
Ouviste?”.
Dalcídio Jurandir / Chove Nos Campos de Cachoeira.
Caríssim@s
Varela, Arlete, Marinete, Tourinho, Rosalina,
Ao
sobrevoar o Marajó entre Belém e Afuá, ou a caminho de Macapá, sempre procuro
mergulhar os pensamentos naqueles vastos campos a perder de vista, tentativa de
enganar o medo que me acompanha desde a infância no ato de voar. E nessa paz
observo imenso verde, os rios, os lagos que oram vivem, oram morrem, só não o
maior de todos chamado Lago Arari. Estranho,
nesses 15 anos de idas e vindas minhas, parece que ele está secando ou a minha
visão me engana? Mestre Varela, já bem avisaste que é preciso perenizar o
grande lago marajoara[2], assim
como alertas que é preciso primeiro conhecer para amar algo ou alguém, então
não amamos ainda o estuário do maior rio do mundo e seu formoso arquipélago, o
maior flúvio-marinho do planeta.
As
expedições do professor Rubens Lima e Manoel Tourinho nos anos 1990[3], pouco
midiatizadas, mas de uma importância fundamental para o entendimento das várzeas
amazônicas, também mostram claramente a necessidade da população abraçar o
Marajó enquanto beleza natural e fragilidade em ecossistema: seus solos eutróficos,
ricos em matéria orgânica são diretamente relacionados ao trabalho de
carreamento feito pelos rios locais, marés que sobem e descem neste equilibrar
de sedimentos. São terrenos que ainda escondem nossa História, o que Denise
Schaan[4] já
demonstrou, porém, sem a aceitação oficial de que nossos sítios arqueológicos
precisam de cuidados, o que vale para a riquíssima cultura e memória das comunidades dos campos. São
os Campos do Marajó, portanto, um presente para animais e plantas, homens e
mulheres, um berçário por exemplo das várias espécies de peixes que circulam
pela região a nos alimentar como o jiju dos livros de Dalcídio Jurandir, que um
peixe maior come, que outro maior ainda come, até chegar aos Bagres Migradores
(Filhote, Piramutaba, Dourada) que engordam no estuário e vão bater longe,
algumas vezes lá nos Andes[5].

Por tal, temos ali um ecossistema
fabuloso, cheio de vida, distinto, que veio antes da fazenda, antes do búfalo,
muito antes de nós seres humanos na região. Então, porque não perenizar? Por
que não proteger? Ao estudar o mapa do SICAR Pa, o sistema paraense que
gerencia o Cadastro Ambiental Rural no Estado e bisbilhotar na parte de áreas consolidadas, deparei-me com o
posicionamento daqueles que se inscreveram no sistema autodeclarado de CAR que
os campos do Marajó e a adjacência próxima ao Lago Arari não são antes de tudo
campo natural: são áreas consolidadas, explicadas em suas legendas como sendo para
fins de agricultura ou pecuária.
Se o Cerrado Amapaense já sofre com
os desmandos dos governantes que o jogaram às raposas famintas do agronegócio
para os plantios de soja e eucalipto[7], ao que
parece, a bola da vez são os campos marajoaras. Talvez não com a sojicultora, nem
“florestaranas” (falsas florestas, as plantadas de eucaliptos), quem sabe a
trama seja para o arroz em grande escala, laboratório que há na sede municipal
de Cachoeira do Arari chancelada pela Secretaria Estadual de Meio Ambiente a
cercar aquela localidade[8]. “Não
tem para onde crescer esta cidade”, proseiam comigo os cidadãos que moram ou
passam por lá.
Certo que o cenário não é bom para o
marajoara que entende que é preciso manter a paisagem natural formada há milhões
de anos. É possível que uma avalanche de impactos socioambientais e econômicos
cheguem à toque de caixa nos quatro cantos do Marajó por grandes projetos,
marca dos últimos tempos, de fragilização de direitos fundiários e ambientais
no Brasil (Estado que não é Nação desde que aprovou a emenda constitucional que
limita por 20 anos os gastos públicos). As pesquisas em petróleo na Costa de
Chaves, Soure até o norte do Amapá, a encostar nos recém-descobertos recifes
amazônicos[9]; a
intenção de aumentar a rizicultura no Marajó na mesma metodologia de
licenciamento ambiental e de uso de agrotóxicos começada em Cachoeira do Arari;
os portos de transbordo da soja projetados e que já causam especulação por
terra e perigo à manutenção da paisagem natural[10]; a
predileção pelo termo “áreas consolidadas” dentro dos cadastros ambientais
rurais em detrimentos dos campos naturais; os “hunos” que vem do Arco do Desmatamento de Belo Monte numa
insana ação de grilagem, ameaças e destruição, que o diga o PDS Liberdade na
divisa entre Portel e Pacajá[11]; o uso
do CAR para grilar[12]. Todos
exemplos infelizmente do dia a dia de quem acredita em um Marajó mais justo,
mas que mostra neste fim de década a inexorabilidade da mão do “patrão”,
colonizador (latifundiário e escravocrata sob diferentes formas), patriarca
(machista) e acumulador de dinheiro (empobrecedor economicamente de muitas vidas).
Se o Estado do Pará é hoje altamente
dependente de empresas[13], a
ponto de ser refém de uma empresa de recolhimento de lixo, e mesmo o governo
federal não ser mais confiável para conservar seus recursos naturais e proteger
as populações que dela dependem, talvez tenhamos que oferecer um olhar
internacional para a questão. Em 2011 o debate sobre a Reserva da Biosfera do Marajó[14] não logrou
êxito, talvez porque naquele momento histórico, a luta contra a malária, o
desafio de sensibilizar as autoridades para o baixo número de médicos para
atender a população, o questionamento da educação altamente deficitária ofertada
e o combate à exploração sexual de crianças e adolescentes eram as pautas
urgentes a serem enfrentadas. Além disso, o Governo do Estado do Pará ao
assumir a pasta da Reserva da Biosfera, ao invés de promover um amplo e
esclarecedor debate sobre as vantagens e desvantagens da RB, criou um embaraço
chamado Parque Estadual do Charapucu, em Afuá, na ânsia de atender
condicionantes da candidatura do Marajó, sobrepondo a um Projeto de
Assentamento Agroextrativista do INCRA, cujo decreto de destinação ocorrera 1
ano antes da criação do referido parque. Até hoje famílias e técnicos coçam a
cabeça para tentar ajustar modos de vida e as categorias de ordenamento
territorial no Charapucu. Um atendimento de requisitos para a candidatura do
Marajó à Reserva da Biosfera que começou de maneira não tão satisfatória e que não teve a população empoderada do processo.
Entretanto, pode ser que agora seja a
hora de reconhecer internacionalmente o Marajó como um bem valioso de toda a
humanidade, aliás todos nós reconhecemos ser a Amazônia um daqueles grandes
talentos que o Criador nos presenteou e que sofre novamente com a sana de
grandes e mirabolantes projetos, cheios de falsos salvadores. É preciso mudar
tal estratégia. Precisamos de uma mudança de Era, oportunidade em que se irmana
cada vez mais o pensamento de proteção da natureza, apregoada por lideranças
mundiais e regionais, seja no Laudato Si[15],
do Papa Francisco I; seja no aprofundamento da discussão sobre o Bem-Viver (como
o que ocorre neste instante em Tarapoto, no Peru, em seu Fórum Pan-Amazônico); tempo
em que os países se posicionam diante do Acordo de Paris, uns mais senhores de
nossas responsabilidades diante da Biosfera, outros teimosos e cegos até,
influenciados pelo capital financeiro, a depender de seu líder. Trump determina
que não seja obedecido o Acordo de Paris, e assim caminha a Humanidade...
Nessa resistência de manter um
ambiente sadio para as próximas gerações, a sociedade marajoara não deveria lutar
para que seu fabuloso território fosse reconhecido mundialmente como um patrimônio
da vida terrestre? Construir o protagonismo dos moradores locais diretamente
neste diálogo junto à UNESCO[16]? Desta vez sem
tantos intermediários governamentais, uma vez que o Estado de Exceção se
instalou no país. Quem sabe sendo Reserva da Biosfera, o Marajó passaria a ser
realmente valorizado pelo Estado Brasileiro, com a devida pressão dos olhos do
mundo.
“Marajonosfera”, Reserva Planetária
da Vida.
Marajó,
oxalá, Reserva da Biosfera.
[1] Engenheiro Florestal,
Consultor Socioambiental, natural de Portel; consultor da FETAGRI Regional
Marajó e Comissão Pastoral da Terra/ regional Marajó.
[3] Considero
tais estudos uma das últimas grandes expedições, dignas daquelas que povoavam
minha infância regada a Júlio Verne e filmes de Indiana Jones, só que de carne,
osso e tenacidade.
Recomendo ler : LIMA, R. R. e TOURINHO, M. M. Várzeas da Amazônia Brasileira: principais características e
possibilidades agropecuárias. Belém: FCAP. Serviço de Documentação e
Informação, 20p. 1994a.
[5]
Vejam o caso da piramutaba (Brachyptalystoma
vaillantii): a região do Estuário Amazônico concentra 77%
dos indivíduos, mas sua migração pode chegar até 1.000 km rio Amazonas adentro
– ver http://pt.aguasamazonicas.org/fish/piramutaba/
.
[6]
Palaeodrainage on Marajó Island, northern Brazil, in relation to Holocene
relative sea-level dynamics, dos autores Dilce F. Rossetti, Márcio M.
Valeriano, Ana M. Góes e Marcelo Thales – ver em http://www.dsr.inpe.br/marajo/palaeodrainage.pdf
[10] A
Companhia Loius Dreyfus , grande empresa
transnacional de commodities, comprou terras no Marajó, possivelmente em Ponta
de Pedras, http://www.valor.com.br/agro/4878686/dreyfus-aposta-em-marajo-para-crescer-no-arco-norte
[14] Reservas
da Biosfera são áreas de ecossistemas terrestres e costeiro-marinhos ou uma
combinação desses, reconhecidas internacionalmente dentro da estrutura do
Programa Homem e a Biosfera (MaB) da UNESCO - Marco Estatutário das RBs; hoje o
Brasil conta como Reservas da Biosfera reconhecidas pela UNESCO: a Mata Atlântica
e o Cinturão Verde da Cidade de São Paulo; O Cerrado; O Pantanal; A Amazônia
Central e a Serra do Espinhaço, no Estado de Minas Gerais – ver em http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/natural-sciences/environment/biodiversity/biodiversity/
.
[15] Vale
a pena ouvir a versão da encíclica em formato radiofônico, publicado em http://redamazonica.org/pt-br/laudato-cuidado-nossa-casa-comum/
[16] Órgão das Organizações das Nações Unidas que atua nas
seguintes áreas de Educação, Ciências Naturais, Ciências Humanas e Sociais,
Cultura e Comunicação e Informação.
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